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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

MATO DE CONCRETO


MATO DE CONCRETO *
* Um passarinho veio e sentou em meu ombro, que assombro!!
Com uma cara de estranho consolo começou a sorrir!!
A falar e a soluçar, a falar e a perguntar *
* Por que o verde da vida tem desbotado que pecado!!
Os edifícios irão desabar sem raízes!!
Pra segurar, pra sustentar, o concreto vai cair do teto *
*
* Dos lixos de onde correm os ratos para os buracos!!
Contrastam a selva, os cipós, os macacos lá no mato!!
Os ratos e os macacos, nos matos e nos buracos *
* Mas selva não sei foi onde que você viu ela faliu!!
Agora são pessoas que sobem em prédios de concreto!!
De elevador, pelas escadas, nossa mata virou em nada *
* Um passarinho veio e sentou em meu ombro que assombro!!
Com uma cara estranha de choro começou a!!
Falar e a soluçar, falar e a se conformar *

* O passarinho me deixou sozinho foi para seu ninho!!
Voou para o que sobrou da selva da floresta!!
E eu a caminhar prum lugar incerto
E eu a andar meu m,ato de concreto
E eu a caminhar pra cidade do homem
E eu a cantar pra mata que some *
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(letra e musica: fernando kieuteka) *
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UMA SIMPLES CANÇÃO *
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* Na doce mensagem de uma simples canção
Muito mais no encanto de uma melodia triste
Na melancolia de umas horas de uns dias
Incompreensão gera só tensão tristeza *



* Coro
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* A doce mensagem não importa às vezes
Mas na melodia, está minha alegria
Só o violão ouve a minha voz
Sim na solidão, ecoa meu refrão *


* No suave silêncio de uma horas no dia
A doce canção alivia tensão, a irritação 
Na desistressante e suave harmonia
Cada nota faz e traz uma incessante alegria
*
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(letra e musica: Fernando Kieuteka 'Kieltyka')

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