MATO DE CONCRETO
*
*
Um passarinho veio e sentou em meu ombro, que assombro!!
Com uma cara de estranho consolo começou a sorrir!!
A falar e a soluçar, a falar e a perguntar
*
*
Por que o verde da vida tem desbotado que pecado!!
Os edifícios irão desabar sem raízes!!
Pra segurar, pra sustentar, o concreto vai cair do teto
*
*
*
Dos lixos de onde correm os ratos para os buracos!!
Contrastam a selva, os cipós, os macacos lá no mato!!
Os ratos e os macacos, nos matos e nos buracos
*
*
Mas selva não sei foi onde que você viu ela faliu!!
Agora são pessoas que sobem em prédios de concreto!!
De elevador, pelas escadas, nossa mata virou em nada
*
Com uma cara estranha de choro começou a!!
Falar e a soluçar, falar e a se conformar
*
*
O passarinho me deixou sozinho foi para seu ninho!!
E eu a caminhar prum lugar incerto
E eu a andar meu m,ato de concreto
E eu a caminhar pra cidade do homem
E eu a cantar pra mata que some
*
*
*
(letra e musica: fernando kieuteka)
*
*
*
*
*
*
*
*
*
Na doce mensagem de uma simples canção
Muito mais no encanto de uma melodia triste
Na melancolia de umas horas de uns dias
Incompreensão gera só tensão tristeza
*
* Coro
*
*
A doce mensagem não importa às vezes
Mas na melodia, está minha alegria
Só o violão ouve a minha voz
Sim na solidão, ecoa meu refrão
*
*
No suave silêncio de uma horas no dia
A doce canção alivia tensão, a irritação
Na desistressante e suave harmonia
Na desistressante e suave harmonia
Cada nota faz e traz uma incessante alegria
*
*
(letra e musica: Fernando Kieuteka 'Kieltyka')



Nenhum comentário:
Postar um comentário